Se é verdade que ninguém é insubstituível, também é verdade que ninguém é irrecuperável. Um passo de fé pode mudar toda a sua história!

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PROJETO AMIZADE GLOBAL NO BRASIL

terça-feira, 29 de junho de 2010

Vamos começar a reforma

Na próxima semana, a partir do dia 05 de julho, segunda-feira, se Deus permitir, começaremos o trabalho do pedreiro e dos pintores para a pequena reforma da nossa igreja. O serviço do pedreiro levará apenas dois ou três dias. Os pintores trabalharão três semanas.

Atrasamos o início das obras por falta de profissionais de qualidade e com bom preço que pudessem nos ajudar nisso. O presbítero Lourival, de São Sebastião da Grama, vai trazer sua equipe, juntamente com o pedreiro, e vai fazer o trabalho. Graças a Deus por eles. Estamos felizes com o processo de combinar preço de mão de obra e material.

Não faremos a reforma completa da frente da igreja, como plenejávamos. A opinião de experts foi contrária à remoção da grade da frente. Faremos as correções e a pintura completa do templo. Vamos fazer furos no chão para o encaixe de fixação do banner de 1,5 de largura por 3 metros de altura (removível).

No dia 17 de julho teremos nossa festa caipira em frente da igreja pintada e reformada. O projetor que estava sendo consertado já está quase pronto, o que nos proporcionará o início dos filmes de sábdo.

Duas pessoas novas estão frequentndo a igreja: a Sara e a Juliana (duas jovens de seus 20 e poucos anos). Além delas, minha irmã Nane e sua filha Izabella (que moram nos Estados Unidos) estão conosco até agosto. Muito gostoso!

Deus tem sido bom com nossa igreja. Orem sempre por nosso ministério.

Pastor Roberto

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Joana Darc na igreja

A mãe do João Victor, Joana Darc, participou de nossa reunião na última quarta-feira, dia 26. Ela aconteceu na igreja mesmo, mas às vezes fazemos a reunião numa das casas. Faltaram o Jorge e a jovem Sara, uma moradora do bairro que esteve na igreja no último domingo. A reunião foi maravilhosa! Todos estavam muito emocionados. Darc prestou muita atenção e ouviu dos participantes palavras de conforto, além do compartilhar individual dos problemas que todos temos enfrentado em nossas vidas ao lado de Jesus. A reunião foi regada a lágrimas. Além do caso da Joana Darc que foi comentado em profundidade (com base no Sl 42 e 1 Ts 4:13-18), a Fabiana pediu orações da mãe em São Paulo que corre risco de morte pela gravidade da situação de saúde dela, a Kaline compartilhou sobre a iminente cirurgia cerebral da irmã em São José do Rio Preto, a Claudete citou a situação no emprego e pediu orações. Ficou claro que todos nós precisamso uns dos outros para enfrentar as situações difíceis e permanecer firmes na fé em Jesus! Após a oração final, todos abraçaram a Darc carinhosamente. Foi um momento divino para o grupo!

terça-feira, 25 de maio de 2010

Perdemos o João Victor para Jesus!


No dia 13 de maio, às 8h30, partiu para Jesus o pequeno João Victor. Ele era um morador de nosso bairro, filho do casal Rodrigo e Joana Darc. Ele completou dois aninhos no dia 10 de maio e partiu para Jesus no dia 13, deixando muitas saudades em nossos corações. João Victor (cujo nome pode ser traduzido por "Vitorioso pela Graça de Deus") está com Jesus.

No décimo mês de vida ele sofreu uma convulsão e os exames constataram tratar-se de um tumor nos ossos do crânio. Depois, ele quebrou o bracinho esquerdo e apareceram mais dois tumores na fratura. Fizeram tomografia e acharam 15 tumores na região do fígado. Passou por cirurgia, seis sessões de quimioterapia e 20 aplicações de radium. Nada conteve a doença. Durante todo esse período, ele praticamente não saía do Boldrini, em Campinas, ia e voltava, acompanhado de sua mãe Joana Darc. Essa luta contra a doença foi travada sob fortes dores. Analgésios fortíssimos foram administrados. Ele sofreu muito, juntamente com a família e comunidade.

Eu me envolvi com o João Victor e sua família no último mês de sua vida neste mundo. Ficamos sabendo do caso quando conversávamos com a Sra. Maristela, proprietária da padaria do bairro. Foi assim que passamos a assistir a família do João Victor. Fizemos amizade, choramos junto com os pais, procuramos a presença de Deus, pedimos por Sua misericórdia. Consternado, um dia eu falei para os pais: "Se eu pudesse, eu curaria o João Victor, mas não tenho esse poder em mim. Quem cura é Deus!" E Deus quis levá-lo para junto de si.

Na sexta-feira, dia 7, já com sangramento no ouvidinho esquerdo e olhos inchados, sem comer direito, ele sofreu uma convulsão e foi levado às pressas para Campinas para tomar sangue. Não havia mais nada a fazer. O câncer estava presente nos braços,pernas, olhos, ouvido esquerdo, medula, cérebro.

No sábado, após receber sangue e desenganado pela equipe médica do hospital, em total desespero, os pais pegaram o menino quase inerte e foram a uma Igreja Mundial do Poder de Deus, em Campinas. Lá, o pastor afirmou para eles que João Victor estava curado! Uma falsa profecia e uma falsa esperança semeada em dois corações angustiados. Deus não havia curado! Eles voltaram de Campinas no domingo e eu os visitei antes do culto da noite do domingo. Em dado momento, deixei os pais na cozinha e me ajoelhei na cama ao seu lado e orei pedindo misericórdia! Chorei sozinho sobre o menino que gemia, sonolento. No dia seguinte seria seu aniversário de dois anos, sem clima para nenhuma festa. Em crise pessoal, fui para o culto e voltei para Casa Branca com aquela imagem de sofrimento. Depois eu falei por telefone com os pais, na segunda, terça e quarta. Não podia estar com eles, pois me preparava para viajar para Natal, RN, dia 13. Saí de Casa Branca às 05 da manhã e, ao chegar em Natal às 14 horas, a Ana me falou por telefone da morte do João Victor naquela manhã e do seu enterro às 15 horas.

Naquela madrugada, a mãe ficou acordada, dando água pro João Victor, que, fraquinho, estendia as mãos para sua mãe e seu pai. Quando a mãe viu que o menino estava morrendo aos poucos, bem ali ao seu lado, na cama, perdendo as forças, fechando os olhinhos, ela pos a mão e sentiu seu coração parar. Naquele momento, ela orou pelo menino e o abençoou. Imediatamente após constatar que seu corpo estava inerte, saiu correndo desesperada, chamando por D. Stela, sem saber o que fazer. Nisso o pai viu o menino e o pegou nos braços. Foi quando ele recebeu um banho de sangue que escorria pela boca e nariz de João Victor. Assim, todo sujo, ele ficou imóvel. Foi um vizinho que conseguiu tirar o menino dos braços do pai, paralizado, em estado de choque, e ali estava o fim daquela espera quase torturante.

João Victor tinha quase a idade do Neto, meu querido filhinho, e senti como se tudo estivesse acontecendo comigo. Sofri com eles e por eles durante todo esse tempo. Que tristeza! Como eu não podia estar ali com eles, pois eu queria estar e até mesmo falar no enterro, a Fabiana, D. Rosa e a Elaine Rocha foram ao enterro, representando a igreja.

Ao voltar de Natal na madrugada de terça-feira, dia 18, visitei imediatamente os pais de João Victor e afirmei para a Joana Darc e para o Rodrigo que eles poderiam abraçar seu filho no céu, saudável e feliz, uma criança inocente que foi levada por Deus sem que tivesse tido a chance de pecar! (carregava o pecado original, mas não o pecado pessoal). Eu pedi que eles confiassem em Deus e se preparassem espiritualmente para encontrá-lo um dia, como Davi fez quando seu filho morreu: "Ele não virá a mim, mas eu irei a ele!" Choramos e oramos juntos!

Por favor, orem por esta família do nosso bairro! Que o Rodrigo e a Joana Darc entreguem suas vidas a Jesus. Talvez essa fatalidade tenha sido permitida por Deus com um propósito de salvação!

segunda-feira, 29 de março de 2010

Projeto de IDENTIFICAÇÃO URBANA


Parece que mexer na fachada do nosso templo é um detalhe dispensável, desde que ela esteja pintadinha, limpa e em ordem, certo? Errado!

Vejam bem como as coisas são. Não faz nem um mês que um senhor me parou na calçada para perguntar se eu era o padre daquela igreja. Quando eu lhe falei que eu era o pastor e que a igreja era evangélica, ele levou até um susto. Ele também era evangélico e pensava que éramos católicos.

Outro incidente foi o da família nova na cidade que veio para a Escola Dominical em nossa igreja, claro, às 09 horas. A família esperou uma hora na frente do prédio, debaixo do sol, só porque nós não temos o horário das reuniões sinalizados. Até a cor é imprópria: cinza! Alguém já me disse que nossa igreja parece um hospital, pode? E não é que parece mesmo?

Nosso prédio deve passar a imagem do que somos e somos uma igreja amaorosa, receptiva, alegre, de convicções evangélicas. Queremos que as pessoas venham aos nossos cultos, mas não estamos comunicando isso. Precisamos parar para refletir nessas coisas, pois elas afetam nosso ministério.

Pense nisso,

Pastor Roberto

Tem gente nova na igreja!

Que coisa boa! Desde janeiro, quando iniciamos a visitação do nosso bairro aos sábados, algumas pessoas novas já começaram a participar dos cultos.

O primeiro fruto da visitação foi um casal que mora nos fundos da casa ao lado da igreja, o Jorge e a Rose. Assim que foram visitados, disseram que não viam a hora de participar da igreja. Na hora do culto, eles baixavam a TV para ouvir o louvor e a pregação. Assim que foram convidados, vieram e não saíram mais.

Uma senhora, D. Maria, também já esteve na igreja e seu filho também compareceu por livre e espontânea vontade, dois domingos depois. Eles são visitados quase todos os sábados por nossa equipe.

Outro casal interessante foi o Cido e a Rose (ela, deficiente auditiva). Eles vibraram com o culto. Ela disse por meio de sinais que seu esposo interpretou: "Pela primeira vez eu pude entender tudo, com a letras das músicas e mensagem projetadas na parede". Pediu uma bíblia para ler, mas eles têm enfrentado oposição de parentes.

Um menino de 13 anos, chamado Eliezer, também veio para a igreja. Chegou na igreja dois domingos atrás e já pediu para participar da banda. Sua mãe, que já havia frequentado a Igreja Presbiteriana de Casa Branca quando estava casada com o pai de Eliezer (hoje falecido), disse para o filho que ele deveria conhecer nossa igreja. Ele veio e já está trazendo o amigo, o Luis Felipe. Inclusive, a mãe do Eliezer disse que virá à igreja e pediu que a gente visitasse o padrasto dele para ver se a família toda vem para a igreja, junto com o irmão de 15 anos. Eles estão na igreja Deus é Amor, mas não se adaptam aos costumes da igreja.

Outra família também tem frequentado a igreja. É o Júlio, a Kaline e o Endreo, de 16 anos. Eles são membros da Primeira Igreja Batista de Poços de Caldas, mas estão trabalhando e residindo em Vargem Grande do Sul. Assim que souberam da nossa igreja, eles vieram e estão participando conosco. A Kaline até já veio participar do grupo familiar da quarta-feira, que é perto da casa dela.

O trabalho tem alcançado resultados surpreendentes. Parece que as pessoas só estavam esperando nossa visita para virem para a igreja. Vamos continuar trabalhando. Investimos muito no culto de domingo à noite, uma reunião vibrante, alegre, com mensagem forte e positiva. A igreja tem gostado muito dos cultos dominicais, então eu acho que os visitantes também gostam!

Na minha opinião, temos que fazer amizades ali no bairro. Somos uma igreja cujos membros moram longe da área e isso nos torna estranhos aos vizinhos. Minha oração é que Deus abra as portas para mais pessoas virem para nosso convívio. E que assim o evangelho seja pregado de uma forma envolvente e esclarecida.

Orem por nós,

Pastor Roberto

quinta-feira, 25 de março de 2010

Modelo de folheto para nossa evangelização

Nossos folhetos serão do tamanho de um calendário de bolso, com papel duro, para ser guardado na carteira ou no bolso. Eles serão bonitos, coloridos na frente e preto e branco no verso. Na frente vem a frase chamativa, conclusiva, e, no verso, a explicação moderna e atraente desta frase.



A parte explicativa, curta, fugindo um pouco do evangeliquês, servirá de base para a mensagem que o evangelizador deixará com a pessoa. O folheto busca mexer com a mente e com o coração do homem moderno.



Quando a distribuição começar, as mensagens da igreja serão em série, expondo o conteúdo da verdade do folheto. Uma faixa será colocada na frente da igreja com a frase principal. Nossos evangelistas estão bastante animados.

O nome do método de evangelização que adotamos é AMOR (A = Amizade, M = Mensagem, O = Oração, e R = Relacionamento). A linha que está no meio do cartão é para quem evangeliza colocar seu nome e seu telefone. Assim se cria o relacionamento com a pessoa.

Já temos uma família nova frequentando a igreja. Num culto de domingo, tínhamos 6 pessoas do bairro participando. Já estamos vendo o resultado da visitação para fazer amigos. A frase é FAZER AMIGOS, APRESENTAR PARA ELES NOSSO MELHOR AMIGO, E A FAMÍLIA DO NOSSO MELHOR AMIGO, PARA FAZER DELES AMIGOS ETERNOS.

Orem por nosso trabalho.

Pastor Roberto

quarta-feira, 24 de março de 2010

A oferta especial foi de R$ 2.828,00

Fiquei muito feliz com a oferta dos irmãos no lançamento de nossa campanha financeira para a reforma da fachada da igreja, Projeto de Identificação Urbana, e para a confecção dos folhetos de evangelização em nosso bairro, Projeto Aproximar. Isso aconteceu no culto do dia 21 de março.

Nem todos puderam dar sua oferta no dia estipulado porque era fim de mês, mas, graças a Deus, a igreja demonstrou que aceitou o desafio de andar uma segunda milha e deu sua oferta liberalmente. Alcançamos 30% do valor total do desafio, que é R$ 10 mil. A oferta do dia 21 foi de R$ 2.828,00, graças a Deus.

Esse valor já foi depositado na conta especial que abrimos para os projetos da IPI Vargem, no Banco Bradesco, Agência 02434-1, Conta Corrente 4095-9. Ela será será gerida pela tesoureira da igreja, Claudete Erci Bessi, e pelo pastor.

Queremos evangelizar o maior número possível de pessoas no bairro onde nossa igreja está plantada, que é a Vila Santana.

Pense em como você pode ajudar e ore por este ministério.

Pastor Roberto

segunda-feira, 15 de março de 2010

Oferta de Aniversário da IPI Vargem

No dia 21 de março, domingo, nossa igreja fez 29 anos. Para este dia, lançamos um desafio para nossos membros. Sugerimos que eles trouxessem uma oferta de amor para os projetos da igreja em 2010. Seria nosso "presente" de aniversário para a IPI de Vargem. Seria nossa "segunda milha", uma vez que temos sido fiéis na entrega de nossos dízimos.

Um envelope especial foi entregue para que todos, crianças, adolescentes, jovens e adultos fizessem sua oferta designada para os projetos da REFORMA DA FACHADA e da VISITAÇÃO NO BAIRRO, orçados em R$ 7 mil (reforma) e R$ 3 mil (ano de 2010), respectivamente.

Qual foi o desafio? Não fazer festa nenhuma. Ou melhor, fazer mas não gastar com bolo, salgadinhos e refrigerantes para nós mesmos. Decidimos celebrar o aniversário da igreja dando o valor da festinha como oferta para a evangelização da igreja. Além disso, nós daríamos nosso presente individual em oferta para a igreja. Com esse dinheiro inicial, a conta dos projetos começaria a funcionar. Poderíamos, assim, começar a imprimir nossos folhetos de evangelização e, quem sabe, até começar a reforma da fachada da igreja. Seria o início formal do Projeto Semeando em Vargem Grande do Sul.

O texto do desafio foi: 1 Crônicas 29:17 – “Bem sei, meu Deus, que tu provas os corações e que da sinceridade te agradas; eu também, na sinceridade de meu coração, dei voluntariamente todas estas coisas; acabo de ver com alegria que o teu povo, que se acha aqui, te faz ofertas voluntariamente”.

Temos orado por recursos humanos e financeiros para fazer o reino de Deus crescer em nosso bairro e sabemos que Deus proverá! Precisamos de ofertas únicas e ofertas regulares, mensais. A obra não vai parar!

Pense nisso, e participe.

Pastor Roberto