segunda-feira, 15 de março de 2010
Oferta de Aniversário da IPI Vargem
Um envelope especial foi entregue para que todos, crianças, adolescentes, jovens e adultos fizessem sua oferta designada para os projetos da REFORMA DA FACHADA e da VISITAÇÃO NO BAIRRO, orçados em R$ 7 mil (reforma) e R$ 3 mil (ano de 2010), respectivamente.
Qual foi o desafio? Não fazer festa nenhuma. Ou melhor, fazer mas não gastar com bolo, salgadinhos e refrigerantes para nós mesmos. Decidimos celebrar o aniversário da igreja dando o valor da festinha como oferta para a evangelização da igreja. Além disso, nós daríamos nosso presente individual em oferta para a igreja. Com esse dinheiro inicial, a conta dos projetos começaria a funcionar. Poderíamos, assim, começar a imprimir nossos folhetos de evangelização e, quem sabe, até começar a reforma da fachada da igreja. Seria o início formal do Projeto Semeando em Vargem Grande do Sul.
O texto do desafio foi: 1 Crônicas 29:17 – “Bem sei, meu Deus, que tu provas os corações e que da sinceridade te agradas; eu também, na sinceridade de meu coração, dei voluntariamente todas estas coisas; acabo de ver com alegria que o teu povo, que se acha aqui, te faz ofertas voluntariamente”.
Temos orado por recursos humanos e financeiros para fazer o reino de Deus crescer em nosso bairro e sabemos que Deus proverá! Precisamos de ofertas únicas e ofertas regulares, mensais. A obra não vai parar!
Pense nisso, e participe.
Pastor Roberto
sexta-feira, 12 de março de 2010
Abrimos uma conta bancária para projetos
Se você ler os desafios que estamos descrevendo aqui e se sentir tocado por Deus para se unir a nós em nosso desejo de realizar mais para o reino em Vargem Grande do Sul, por favor, faça sua contribuição, seja ela única ou mensal.
BANCO BRADESCO
AGÊNCIA: 02434-1
CONTA CORRENTE: 4095-9
TITULAR: IGREJA PRESBITERIANA INDEPENDENTE CONGREGAÇÃO
Mande um e-mail para o pastor (robertobittencourt@ig.com.br) dizendo que foi você quem deu, o dia, o valor e a destinação da oferta. Lembre-se que hoje temos dois projetos prioritários: (1) Projeto da REFORMA DA FACHADA da IPI de Vargem, promovendo sua identificação urbana, e (2) Projeto de VISITAÇÃO do bairro da igreja.
Que Deus o abençoe!
Pastor Roberto Bittencourt
quarta-feira, 10 de março de 2010
Projeto de IDENTIFICAÇÃO URBANA - Fachada
1.1. Em conversa com uma pessoa da área de marketing que acompanha o ministério da Comunidade Chácara Primavera, do pastor Ricardo Agreste, em Campinas, ela nos desafiou a fazer algumas modificações visuais no templo da igreja.
1.2. Todos nós entendemos que a arquitetura, a iluminação e a decoração de uma igreja dizem muito sobre sua forma de pensar. Hoje, nosso prédio está mais para hospital do que para comunidade. O visual não é chamativo. Ele tem um tom cinza, meio morto. Desaparece na vizinhança.
1.3. Queremos “encantar os de fora e motivar os de dentro”. Gostaríamos de fazer de nosso templo um bom outdoor de convite e apelo a pessoas que estejam procurando ajuda espiritual. A idéia inicial é fazer algo imediato com a fachada e apenas retocar o resto do prédio.
1.4. Queremos que pessoas de fora da igreja saibam que nossa igreja é viva, que oferece solução através do evangelho e que elas são bem-vindas. A fachada deve mostrar este tipo de mensagem durante a semana toda.
2. Objetivos:
2.1. Primeira fase:
2.1.1. Pintar a fachada da igreja com outra cor ou combinação de cores.
2.1.2. Colocar o logotipo na torre principal.
2.1.3. Instalar um outdoor na frente da igreja com mensagem de impacto. Fazer o outdoor de forma inteligente para que mensagem possa ser trocada sistematicamente.
2.1.4. Fazer um projeto de jardinagem simples, utilizando vasos na frente do templo, para ter mais verde e passar uma idéia de vida.
2.1.5. Instalar holofotes mais altos para que o vandalismo não destrua a iluminação e colocar iluminação colorida próxima da parede do templo para destacar à noite.
2.2. Segunda fase:
2.2.1. Modificar a grade de modo a melhorar o acesso das pessoas para o templo.
2.2.2. Reformar o piso da entrada e também da calçada.
Projeto APROXIMAR - Visitação no bairro
1.1. Somos a única igreja histórica em um bairro com 800 casas (aproximadamente 3.000 habitantes) que podem vir caminhando para os cultos. Existem somente duas outras igrejas pentecostais, de porte médio. Ou seja, temos espaço para crescer.
1.2. A maioria de nossos membros mora em outros bairros ou em outras cidades. Para termos uma igreja relevante neste bairro, precisamos ganhar pessoas deste bairro.
1.3. Somos uma igreja viva, alegre, carinhosa, com um bom louvor. Temos potencial para comunicar o evangelho de Jesus com entusiasmo e poder. Utilizamos todos os recursos de multimídia, o que é um diferencial na cidade.
1.4. Já alcançamos alguns resultados. Deus moveu a Fabiana, uma jovem casada, para se envolver no ministério de visitação. Seu entusiasmo influenciou o Luiz e a Isabel. Aos sábados, eles três tem saído comigo para este trabalho. Em poucas semanas, já temos uma família nova freqüentando os cultos e três outros indivíduos se aproximando da igreja. Este resultado nos encoraja muito. A gente nota, inclusive, que o perfil da vizinhança tem mudado, com pessoas novas e receptivas ao ministério da igreja.
1.5. Meu desejo é melhorar a freqüência e a qualidade destas visitas através (a) da mobilização e treinamento de mais membros; (b) da ação direta de visitação contínua, (c) da produção uma ferramenta de apresentação da igreja.
1.6. A ferramenta: Quero produzir um cartão evangelístico personalizado. Será do tipo cartão postal, de boa qualidade, cores bonitas, letras grandes, mensagem inspiradora, com o endereço da igreja, algo para fixar na geladeira e que as pessoas dificilmente descartarão.
2. Objetivos
2.1. Publicar e distribuir vinte e quatro mil cartões evangelísticos no ano de 2010 em nossa Vila Santana e imediações.
2.2. Visitar todos os sábados. Quem não puder no sábado, fará outro dia. Conhecer as pessoas do bairro e quebrar as barreiras, convidando-as para a igreja. Utilizar o que chamo de Estratégia do AMOR (Amizade, Mensagem, Oração e Relacionamento).
A - amizade. A prioridade número um é se tornar amigo do visitado. Sem pressa.
M - mensagem. Ler ou pedir que a pessoa leia o texto da Bíblia que já está impresso no cartão que está sendo dado de presente. Deixar uma mensagem de encorajamento e fé.
O - oração. Orar por alguma necessidade da pessoa, por um pedido que ela apresentou.
R - relacionamento entre o visitador, o visitado e a igreja. (a) Deixar o cartão como um presente de nossa igreja; (b) Anotar no verso do cartão o nome e telefone de alguém da equipe de visitação; (c) se houver abertura, pedir que nos apresente para outra pessoa; (d) Após a visita, anotar no caderno o nome da pessoa, telefone, endereço e pedido de oração.
2.3. Meta específica: Pedir a Deus a inclusão de pelo menos 10 novas famílias ao rol de membros da IPI de Vargem Grande do Sul até o final de 2010.
Prioridades ministeriais para 2010
1. Enfatizar o evangelismo em todas as áreas onde a igreja já está atuando: mensagens, visitação, grupos familiares, etc.
2. Achar pessoas que colaborem financeiramente com projetos específicos de evangelismo por meio de ações eficientes e de custo reduzido.
3. Fazer visitação intensiva de casa em casa no bairro onde a igreja está localizada. Já estamos fazendo isso e já vemos resultados concretos. Este é o PROJETO APROXIMAR.
4. Provocar uma mudança na percepção dos moradores do bairro a respeito de nossa igreja por meio de uma reforma na fachada do templo. Facilitar para que os moradores do bairro nos conheçam, nos identifiquem como evangélicos e saibam de nosso convívio vibrante, amoroso, aconchegante e convidativo. Este é o PROJETO DE IDENTIDADE URBANA da igreja.
5. Aproveitar datas estratégicas para promover eventos na frente da igreja (Dia das Mães, Festa Caipira, Dia da Criança, Natal)
Ore conosco sobre isso.
Pastor Roberto
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Bendito sofrimento!
Nesse domingo, falei sobre o sofrimento. O tema me ocorreu por causa do terremoto no Haiti e pelos dois casos de luta contra o câncer que estão acontecendo em nossa igreja.Argumentei que o sofrimento é um fato humano: terremoto, deslizamento de terra em Angra dos Reis, enchentes em Santa Catarina, viroses nas praias de São Paulo, doenças genéticas, balas perdidas, brutalidade, fome, contrariedades, etc.
Tudo isso faz parte da nossa realidade e a pergunta que todos fazem é: Por que sofremos? Se Deus é onipotente e bom, por que ele não extingue o sofrimento? Ou Ele não é poderoso o bastante ou seu amor não é pleno para conter a dor. Não parece lógico? Resposta, nem uma coisa nem outra: Deus é poderoso para fazer que quiser e Sua bondade faz com que Ele pratique o bem, na ótica do Seu propósito bom. Ele não é um papai noel. Ele é Deus e sabe o que faz. Nós somos chamados a confiar n'Ele.
Para analisar o problema, usei os texto de Lucas 13:1-5 e de 2 Coríntios 1:1-11. Lucas cita a morte dos galileus por mãos de Pilatos e também a morte de 18 pessoas na queda da torre de Siloé. São duas causas para o sofrimento: causas "naturais" (o acidente da queda de uma torre, como foi o terremoto) e causas "morais" (a truculência de Pilatos). Existe também uma terceira causa, a "espiritual" ou "divina" (Jó, o cego de João 9, Jesus), pois Deus também determina o sofrimento. Assim, o sofrimento não é um fato incômodo para a teologia do cristão, ele é parte essencial da escola de Deus para os homens. "A minha graça te basta!" ouviu do Senhor o apóstolo Paulo.
O mundo é regido por leis divinas: leis naturais, morais e espirituais. A constância destas leis nos dão segurança. O que seria do universo sem a lei da gravidade? E o nosso equilíbrio ou mesmo nossa fixação no chão? Sem as leis da genética, o que aconteceria com a criação? Já pensou que bichos nasceriam do cruzamento entre espécies diferentes? O que seria da moralidade humana e cósmica, se Deus eliminasse suas leis? Haveria menos sofrimento? Pelo contrário, seria o caos e a imprevisibilidade total. As leis foram fixadas por um Deus eterno. O fogo aquece mas causa incêncios. A eletricidade ilumina mas também causa raios e curto-circuitos. As leis do Criador são válidas para todos. Quando Deus vai usá-las para a morte, só Ele sabe. Uma coisa sabemos, serão utilizadas por um Deus bom. Após a queda de Adão, todos estamos condenados à morte. Só o arrependimento poderá nos livrar da pior fatalidade, que é o inferno. Foi o que Jesus disse, ninguém é mais pecador do que ninguém, arrependam-se todos, antes que a hora chegue!
O sofrimento faz parte do ser cristão (Colossenses 1:24). Do ponto de vista de Deus, o sofrimento é uma bênção (Tiago 1:2-4). C.S. Lewis diz que o sofrimento é "o megafone de Deus". Em 2 Coríntios 1:1-11, mostrei que sofremos (1) para que conheçamos a graça e a paz de Deus; (2) para que possamos abençoar os que enfrentam os mesmos problemas, pois nos tornamos referência para eles; (3) para aprender que não podemos nunca confiar em nós mesmos, mas em Deus; (4) para aprender a orar de verdade, a clamar a um Deus que responde orações e que se deixa ser movido por elas! O murmurador declara a infidelidade de Deus.
Encerrei lendo com um texto intitulado "Bendita crise" (está na internet). Que lição espiritual temos que tirar da tragédia do Haiti e de tantas calamidades que nos cercam? A morte que hoje está lá um dia alcançara a todos nós, diz a Palavra. Nós, os vivos, temos que tirar lições e aprender na Escola de Deus. Se Deus não nos chamou ainda é porque tem um propósito nisso. Ele espera que vivamos para Ele.
domingo, 17 de janeiro de 2010
Tomei a decisão de comprar outro projetor
No dia seguinte, segunda, temento o pior, levei o projetor para um técnico de Casa Branca testar e resultado foi exatamente o que eu temia: a lâmpada havia se queimado.
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Fazendo uma nova aliança com o Senhor
Nesse domingo de Santa Ceia em nossa igreja, eu propuz que a igreja lembrasse da nova aliança feita por Cristo conosco e que a igreja fizesse também uma "nova aliança" com o Senhor Jesus. A palavra foi baseada em Marcos 14:12-26, um dos relatos de quando Jesus celeba a última páscoa com seus discípulos e institui a Santa Ceia, em sua memória.- A cerimônia começava com o primeiro copo de vinho, lembrando a primeira frase de Êxodo 6:6-7, "Eu vos tirarei de debaixo das cargas do Egito". Ênfase no verbo TIRAR.
- Em seguida, vinha a cerimônia da lavagem das mãos dos presentes por parte do dono da casa, um sinal de pureza moral e espiritual. Jesus lavou os pés dos discípulos (Jo 13).
- Comiam as ervas amargas, simbolizando o sofrimento da escravidão.
- Vinha, depois, o segundo copo de vinho, lembrando a segunda frase de Êxodo 6:6-7, "Eu vos livrarei da sua servidão", com ênfase no verbo LIVRAR.
- Logo após a segunda taça de vinho, o dono da casa faria as explicações sobre o simbolismo da refeição: ervas amargas, pães sem fermento, pedaços do cordeiro, as frutas amassadas (simbolizando o sofrimento, a pressa, a salvação pelo cordeiro, o barro dos tijolos do Egito).
- Depois da explicação, todos cantavam os Salmos 113 e 114.
- Após a música, todos participavam da ceia, comendo às pressas, pois a viagem seria iminente e o terceiro copo de vinho seria tomado, lembrando a terceira frase do texto de Êxodo 6:6-7, "Eu vos resgatarei com braço estendido e com grande manifestações de julgamento", com ênfase no verbo RESGATAR. Esse é o chamado "cálice da bênção".
- Depois desse terceiro copo, viria o quarto cálice, baseado na quarta frase de Êxodo 6:6-7, "Tomar-vos-ei por meu povo e serei vosso Deus; e sabereis que eu sou o Senhor, vosso Deus, que vos tiro de debaixo das cargas do Egito", com ênfase no verbo TOMAR.
- Finalmente, eles cantavam os salmos 115-118 e terminavam a cerimônia da páscoa.
Jesus parece ter-se utilizado do terceiro cálice (o cálice da bênção, cf. 1 Co 10:16) para fazer a analogia com seu sangue e seu corpo: "A NOVA ALIANÇA NO MEU SANGUE". Mas antes disso, ao que parece, ele denunciou Judas durante a ceia, que saiu para traí-Lo, e fez o longo discurso que consta em João 14-17, onde ele fala da sua morte, do consolador, da necessidade de se permanecer na videira e encerra com a oração sacerdotal. "E tendo cantado um hino, saíram para o monte das Oliveiras (Mc 14:26), onde foi traído por Judas.
A igreja primitiva também celebrava a Santa Ceia logo após uma refeição, chamada ágape. Paulo recrimina os irmão de Corinto porque a ceia não expressava amor e consideração de uns para com os outros (1 Co 11). Logo após a refeição do amor, os elementos do pão e do vinho eram tomados em memória do que Cristo havia feito na cruz por todos nós.
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Visitas, conserto dos carros e evangelização
Na quinta, dia 7, saímos de Casa Branca logo após o almoço e voltamos às 20 horas. Hoje saímos às 07h30 e voltamos às 19h30. Foram dois dias interessantes e caros. O objetivo era visitar pessoas. A principal visita seria ao Luis Paulo, um jovem de 23 de nossa banda, pai de um menininho de 4 anos, que acabou de passar pela primeira sessão de quimioterapia para combater um linfoma do estômago. Mas quando nos dirigíamos para Vargem, notei que meu carro estava muito aquecido. Resultado, acabamos tendo que correr atrás de consertar o meu Corsa Sedam 2000 que estava esquentando muito e, aproveitando o embalo, para fazer uma limpeza no carter do Corsa Sedam 2002, da Ana, que estava precisando também. O problema da temperatura foi uma eventualidade imprevista; o do carter, uma necessidade quase urgente. No final deu tudo certo, mas tiramos lições importantes do ocorrido.
Como era nossa intenção, as visitas pastorais foram acontecendo naturalmente. Visitamos o Luis Paulo no açougue apenas hoje, pois, depois da químio na segunda-feira, ele descansou dois dias do enjoo e voltou a trabalhar no açougue do Rodrigo apenas na quinta (Rodrigo é outro membro da igreja e toca a bateria na banda). Assim, encontramos tanto o Luis Paulo quanto o Rodrigo. Tivemos ótimas conversas com ambos. Sempre encorajando o Luis Paulo a enfrentar com fé tudo isso. Visitamos também o Joaquim no final do primeiro dia de visitas. Joaquim é pai de três filhos com a Rosângela, e ele pretende se formar em teologia pelo CEIBEL para voltar ao ministério como evangelista da igreja. Visitamos também a Rosa e o George (dois profissionais da moda masculina, com alfaiataria e locação de roupas). Visitamos ainda o Sr. Justino e D. Rosa, em especial seu filho Fábio que está construindo sua casa para se casar. O Fábio ainda não entregou sua vida a Jesus, e tem sido um de nossos motivos de oração. Bem, estas foram as visitas "pastorais" informais e muito agradáveis.
O que achei mais interessante foi o que Deus fez por meio do conserto do carro, promovendo o conhecimento de novas pessoas da cidade. Conhecemos o simpático mecânico Gordo (José Roberto) e seu ajudante Tiago. Conheci também o Donizette, que é um especialista em relógios de painéis de carro, o João da oficina Pit Stop e seus funcionários jovens e inteligentes, o Neil (fala-se "Nil"), mecânico que me indicou o Donizette, pude rever o Eduardo, esposo da Rita, amiga antiga de Casa Branca que já havia trabalhado no meu jornal e que agora está casada com ele, sendo ela membro da Igreja Metodista de Vargem. Eduardo é um ex-bancário, foi gerente de cerâmica em Casa Branca e hoje é dono de um escritório do centro da cidade. Numa visita à Loja CEM de Vargem, fui atendido por uma jovem bastante simpática. Ali mesmo eu encontrei o cabeleireiro Tony e a enfermeira Ediméia, sua esposa, ambos membros da Igreja Quadrangular. Gente muito boa e amiga. Enfim, em apenas dois dias conheci muita gente nova e interessante, com quem pude facilmente falar do meu trabalho com pastor em Vargem e apresentar nossa igreja. Interessante, como faz falta o bendito folheto ou cartão. Mas já falei com o João da gráfica de Mococa e vamos imprimir mil nesse mês, pra começar. O folheto vai nos ajudar a deixar uma mensagem inteligente com nossos novos amigos e passar para eles os horários das nossas reuniões.
Um contato que me encantou foi o do Donizette. Ele examinou todo painel do carro, checou todos os contatos, disse que estava tudo em ordem e não cobrou pelas duas horas exaustivas de tentativas de descobrir algum problema no sistema de refrigeração. Eu, porém, prontamente paguei pelo serviço dele, pois entendo que ele me assegurou que estava tudo em ordem. O mais interessante, porém, foi que, ao saber que eu era de Casa Branca, o Donizette começou a falar com saudade de um médico que ele conhecera quando trabalhava no laboratório de análises clínicas de Casa Branca. Para minha alegria, o nome do médico era Dr. Roberto Bittencourt. Aí eu perguntei um pouco mais e ele foi falando da amizade, da admiração que ele tinha por esse médico, seu exemplo de honestidade e seriedade, etc. Bem, no meio da conversa eu o interrompi e lhe perguntei: Sabe qual é meu nome, Donizette? Roberto Bittencourt Júnior. Eu sou um dos filhos do seu amigo Dr. Roberto. Naquele momento a conversa assumiu um tom solene e sublime. Nossos olhos se encheram de lágrimas. Deus colocou ali, diante de mim, um estranho que eu nunca tinha visto, para me falar de forma tão carinhosa a respeito do meu pai, que faleceu em dezembro de 1996. Depois eu o convidei para ir à nossa igreja em Vargem. Disse que vários membros da igreja eram fruto do trabalho de evangelização do meu pai em Vargem Grande e senti que ele ficou muito tocado.
Foram dois dias de muita alegria. Tive que gastar R$ 320, mas conheci gente maravilhosa. Além disso, matei todos os marimbondos caboclos da edícula da igreja. Gastei 3 tubos de spray, mas tive o prazer de ver todos eles tombarem no chão, se contorcendo até morrer. Duas pessoas em nossa igreja já haviam sido picadas pelos marimbondos. A nova vizinha da igreja, que se mudou para a casa do lado de baixo há dois meses, abriu a sua casa para mim e me ajudou a pulverizar o espaço da edícula. Foi assim que também conhecemos e fizemos amizade com a Marlene e seu esposo Paulo, que têm dois filhos adolescentes.
Não tenho a menor dúvida, o evangelismo como estilo de vida é a chave do crescimento de qualquer igreja. Quantas oportunidades Deus nos dá diariamente para falar do amor de Deus!